VOLTEI

OII GALERA.

Espero que estejam ai ainda.

Faz muito tempo mesmo que não entro aqui, pensei em escrever algumas coisas hoje e me animei de novo, na verdade não sei porque parei de postar, acho que foi um desanimo e frustração, já que na minha vida não tinha nada de legal para mostrar, mas aprendi que todos temos altos e baixos, e assim como eu, vocês também precisam desabafar com alguém e depois de um comentário que li aqui, vi que muitas pessoas podem estar passando pela mesma coisa ou pior, e precisam de alguém que as entendam.

Espero que gostem das novas postagens e se eu sumir por um tempo não percam a fé em mim.

Obrigado a todos vocês que estavam acessando ao blog todo esse tempo que estive fora.

 

Se Permitir

Carlos um garoto jovem, era rodeado de amigos e pessoas que gostava, sempre o mais alegre e brincalhão da turma. Desde novo nunca pensou em namorar ou mesmo tentar ou se permitir apaixonar-se por alguém, para ele sentimentos por outras pessoas não era necessário, a não o da amizade.

Muitas vezes, Carlos no seu quarto sentado em sua cama com os fones de ouvido, se pegava pensando por que não  sentir algo a mais por alguém, por que não demonstrar sentimentos, mesmo sem ter nenhum tipo de relação amorosa ou mais aberta com qualquer outra pessoa. Logo após esse pensamento, ele se lembrava de que algumas vezes ele se permitiu a esses sentimentos que nunca soube explicar, e que também não deu muito certo, era por isso que blindava qualquer relação.

O medo de ter e demonstrar sentimentos ficaram guardado a sete chaves e junto com as borboletas adormecidas. Coisas, tempos e experiências passaram pela vida do garoto, e após uma conversa que o deixou pensativo sobre vários sentimentos que ele reprimia durante anos, Carlos se viu em um momento que ele poderia sim e teria que ter essas experiências e deixar fluir seus sentimentos e suas vontades, sabia também que poderia sofrer, ou mesmo só se chatear com alguma coisa, mas era melhor se arriscar e deixar as borboletas acordar e voar do que deixa-las como pedras.

Uma das coisas que Carlos não pensava e não temia, era as amizades, que daria todo o apoio a ele, e claro o deixaria ser ele mesmo, ser feliz em qualquer momento, sem nenhuma restrição, conclusão precipitada ou preconceitos, as vezes e infelizmente acontecia de alguns amigos tirarem conclusões precipitadas, mas mesmo com as tentativas frustradas de permitir-se sentir algo por outras pessoas, Carlos estava feliz pois ele sabia que tinha se permitido e aceitado o fato de poder sentir absolutamente tudo por outras pessoa, e isso para ele já bastava.

Carlos entendeu que o medo pode te prender de muitas coisas, as vezes pode ser até bom, mas geralmente se torna ruim e mais frustrante, pois podem passar oportunidades e pessoas que serão únicas e importante para a história de cada um.

Se permitir para qualquer coisa ou qualquer um, é extremamente necessário e mais ainda, que cada pessoa se sinta bem e deixe as borboletas voarem no seu devido tempo.

 

Street Style: Looks inspirados no nosso instagram, aonde encontrar aquele look perfeito

Vemos vário estilos por ai todos os dias, em sites internacionais, instagram, entre outros, e acho que assim como eu todos que gostam de estilos alternativos e diferentes, ficam se perguntando aonde conseguir algo pelo menos parecido, para que nós criemos nosso próprio look.

Passando por algumas lojas na rua sem pretensão alguma, achei umas roupas muito legais na Riachuelo, como calças destroyed, camisetas assimétrica, regatas e tênis de cano médio, que podem ajudar a todos nós a criar um look bem legal, tirando como inspiração os que são postados no nosso instagram Street Style Wear “instagram.com/streetstylewear/”

Vejam essas peças incríveis que achamos na Riachuelo, deixamos o nome da peça, o preço abaixo de cada uma, e o link no nome da peça para acessá-la no site.

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Calça Jeans Clara Destroyed           Camiseta Espacial Dark Side

R$99,90                                                      R$39,90

Código do produto 11212624      Código do produto 10465960

 

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Regata Branca com Listras em Azul   Tênis Preto de Cano Médio

R$29,90                                                               R$89,90

Código do produto 11159359               Código do produto 11162538

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Calça Jeans Clara Destroyed        Bata Alongada Assimétrica Branca

R$89,90                                                     R$39,90

Código do produto 11161418      Código do produto 11218967

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Tênis Branco de Cano Médio

R$89,90

Código do produto 11190850

 

*Este post não é publicidade

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Obrigado

A Verdadeira Alma

-Caminhei até o alto da montanha, só eu a lua e as estrelas.

Sentei na ponta do abismo e fiquei lá observando toda a cidade. Me peguei lembrando de quando eu tinha 5 anos e morava em outro lugar, era sincero comigo mesmo, alegre de verdade, feliz de verdade, tinha amigos de verdade, amigos que se eu não tivesse que ir embora, estaríamos juntos até hoje.

Lembro de como era inocente, e depois de vir para uma cidade aonde não conhecia ninguém me acostumei a solidão e mesmo como os poucos amigos que tinha, ainda assim era difícil, nenhuma amizade era como a primeira.

Quando cresci me vi de novo uma pessoa alegre e arrumei amigos que realmente gostavam de mim, ainda assim esses eram de escola, por mais que saiamos juntos, todos sabiam que depois do colégio iríamos nos separar e a possibilidade de nos reunirmos de novo seria mínima. E assim foi, depois da escola veio trabalho, e do trabalho faculdade, que ai sim foi conquistados amigos para o resto da vida, mesmo sem aquela frequência de conversas diárias, assim como alguns do colégio.

Depois que mudei de cidade conforme fui crescendo arrumei alguns amigos, que com o tempo a amizade foi crescendo e amadurecendo. Com a fase de “crescer” um pouco antes, durante e depois da faculdade,  coisas foram acontecendo (assim como aconteciam quando era criança e adolescente, mas essa fase é passageira e esquecida), dúvidas foram aparecendo, conflitos foram acontecendo, confiança foi diminuindo, tudo isso ficava atrás de um lindo sorriso, de um olhar alegre e de uma energia grande. Aprendi que temos que deixar os conflitos de casa em casa, os do trabalho no trabalho e assim por diante, para que não atrapalhe a vida, só não aprendi que tudo isso teria que ser compartilhado com alguém, para que não se criasse a bola gigantesca que foi criada dentro de mim, o que impediu que tudo isso pudesse ser evitado foi algo que jamais foi esquecido, e que foi abalado dentro de mim, chamado confiar em alguém, isso quando é balançado dentro de alguém, é duro ser mudado e reestruturado.

Assim hoje olhando para essa cidade imensa e linda, a única opção que resta é seguir em frente, continuar, cobrir a tristeza e a insegurança e ir, deixar que essa bola se desfaça aos poucos. Pessoas passam e deixam marcas, muitas vezes ruins e muitas vezes boas, não sei qual eu deixei em quem passou pela minha vida, mas acho que um pouco das duas, só sei que em mim  foram deixadas não só marcas mas também cortes profundos e cicatrizes que estão visíveis até hoje.

Uma vez ouvi em algum lugar, que a cidade é de papel, mas essa que estou é de pedra mesmo e bem afiadas, e a cidade de papel sou eu, que tento me esquivar mas mais na frente acabe me rasgando, e me colando com uma fita. Nada será como antigamente e nem como a infância, tudo mudou e é novo, o jeito é se adaptar, e tentar, se esforçar para ser você mesmo, e quem sabe torcer para que alguém te aceite como é, e que entenda, o porque você é você.

O garoto no alto da  montanha